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| Lula comumente tem se posicionado contra o uso da IA no período eleitoral (Foto: Ricardo Stuckert) |
Na lista de professores e de representantes de empresas de tecnologia estavam Edson Borin e Anderson Rocha, docentes do Instituto de Computação da Universidade de Campinas (Unicamp), e Marco Aurélio Cepik, professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB).
Já no âmbito empresarial, integraram a reunião com Lula Marília Maciel, diretora de Comércio Digital e Segurança Econômica na Diplo Fundation, e Mateus Velloso, diretor de Produto da empresa Docker.Inc.
IA
e interferência dos EUA nas eleições brasileiras
Discussões sobre inteligência artificial sob a agenda do governo de defesa de uma soberania nacional foi discutido no Planalto a 52 dias para as eleições, marcadas para 4 de outubro. Lula, candidato à reeleição, comumente tem se posicionado contra o uso da IA no período eleitoral.
Embora ele se mostre contra a utilização da IA na corrida do pleito, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autoriza o uso, porém, com limitações na publicação e republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial no período de 72 horas antes do pleito, e 24 horas após a votação.
As discussões sobre inteligência artificial pré-eleições também envolve perspectivas comentadas no bastidores do Palácio do Planalto de que os Estados Unidos buscarão influenciar no pleito a favor de algum candidato de oposição a Lula.
Publicado
originalmente no portal Correio Braziliense
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