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| O senador Eduardo Girão apresentou projeto no Senado que proíbe o uso de recursos públicos em qualquer âmbito para financiar festas carnavalescas (Foto: Priscila Baima) |
Aldigueri em planos ambiciosos para 2026,
começando pela conquista de uma cadeira na Câmara Federal, de preferência
colocado entre os mais votados, e, mostrando força de liderança, eleger para o
legislativo estadual uma bancada de pelo menos três deputados. Dentre os quais
o irmão, Aníbal Filho, do PSB, também, e hoje prefeito de Granja.
Chagas Vieira, secretário da Casa Civil, não foi escolhido ao acaso para acompanhar o ministro Camilo Santana na sua ida ao Rio de Janeiro, e à Sapucaí, objetivando prestigiar o presidente Lula no polêmico desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói. Havia mais gente acreditando que merecia ter sido convidada.
O certo é que Camilo não perde chance de demonstrar o prestígio que Chagas tem junto a ele. O que significa, claro, que se houver oportunidade de incluí-lo numa experiência eleitoral já para 2026 o fará, inclusive em relação a um dos postos disponíveis para disputa majoritária.
Eunício Oliveira, pré-candidato ao Senado pelo MDB, após vivenciar um dos carnavais mais animados entre os políticos, aparecendo em várias situações recebendo apoio de lideranças enquanto as cuícas roncavam, prepara uma reunião com filiados, lideranças e aliados para o próximo dia 28, em Fortaleza.
Ele se diz muito animado com o que tem ouvido das lideranças com as quais tem conversado, inclusive no plano nacional. Aliás, uma de suas apostas é a possibilidade que apresenta de trazer uma pressão de fora para encaixar o nome na chapa governista pelas vagas ao Senado, Casa, lembremos, que ele até já presidiu.
Eduardo Girão, do Novo, dê-se isso como um elogio, não parece disposto a negociar suas convicções em nome do projeto eleitoral na qual está envolvido para 2026, pré-candidato que é ao governo do Ceará. Assim, apresentou projeto no Senado que proíbe o uso de recursos públicos em qualquer âmbito para financiar festas carnavalescas.
A
ideia não é do agrado de prefeitos, em especial, porque lhes tira uma chance
boa de agradar suas populações, e seus eleitores, com eventos viabilizados por
esse dinheiro, através das emendas parlamentares. Claro que a condição de
franco atirador ajuda muito a ter coragem nessa hora.
Publicado
originalmente no portal O Povo +
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