11 de fevereiro de 2018

Depois do Carnaval, temas polêmicos entram na agenda da política

Seguindo a máxima brasileira de só começar o ano após o Carnaval, o Congresso Nacional aguarda o fim da folia para iniciar discussão e votação de longa e polêmica agenda. Os principais temas que vão pautar a Câmara dos Deputados e o Senado são a controversa reforma da Previdência e a regulamentação do auxílio-moradia dos Três Poderes, além de matérias sobre segurança pública.

10 de fevereiro de 2018

Plano C por Nelson Motta

Com a saída de Lula, crescem as chances de Ciro Gomes — e de outros candidatos. Por que falar em Ciro Gomes? Apesar de pontuar razoavelmente nas pesquisas, sem Lula vai a 12% contra 18% de Bolsonaro, ninguém fala dele. Mas ele está vivo — e quieto, contrariando sua habitual impetuosidade.

Afinal, o que há contra Ciro Gomes? Na campanha de 2002, ele disse que a função de sua mulher era dormir com ele e chamou um eleitor de burro. Oh! Uma bravata machista e uma grosseria com um popular que falou uma... burrice. Será que isso bastou para perder a eleição? Há controvérsias. Ciro nunca foi acusado de corrupto, mesmo tendo sido prefeito, governador e ministro da Integração Nacional no primeiro governo Lula. É verdade, o cara é esquentado, responde a mais de 80 processos por danos morais, quase todos a Eunício Oliveira, Eduardo Cunha e Michel Temer. Mas, convenhamos, ser processado por esses caras é quase um elogio.

O enredo político nas festas de Carnaval

Conhecido como o tempo de extravasar, o Carnaval se transformou no palco natural para as manifestações políticas e sociais que se avolumam no Brasil de agora. Em fantasias e marchinhas; no sambódromo ou na rua, a política pauta a festa e enseja protestos nos principais polos carnavalescos do País.

A democracia seletiva de FHC

Com muito papel à disposição, oferecido pela mídia aliada desde outros carnavais, Fernando Henrique Cardoso costumeiramente tem bombardeado Luiz Inácio Lula da Silva com palavras e acusações vãs.

A intenção do príncipe dos sociólogos é a de desqualificar o metalúrgico como deixa antever, pela undécima vez, na coluna dominical assinada por ele em dois jornais: O Globo e Folha de S.Paulo.

9 de fevereiro de 2018

Por que os juízes pressionam contra a reforma da Previdência? por Miguel Martins

Na atual proposta, juízes como Bretas e Moro teriam de trabalhar até os 65 anos por aposentadoria integral (Foto: Rovena Rosa)
Rechaçada por grande parte dos brasileiros, a reforma da Previdência também é impopular no Judiciário e no Ministério Público. Na quinta-feira 1º, a Associação de Juízes Federais (Ajufe) enviou uma carta à Carmén Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, como parte de uma campanha de diversas entidades de magistrados e procuradores contra as mudanças nas aposentadorias.

Presidente do TSE quer discutir efeito de liminares de candidatos fichas-sujas

Dois gestos do Judiciário nesta semana reduzem ainda mais as possibilidades de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ser candidato nas eleições deste ano. Ontem (08/02), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Fux, afirmou que pretende discutir com os colegas da Corte Eleitoral o veto automático a registro de candidatos que se enquadrem na Lei da Ficha Limpa. Na última segunda-feira, o deputado federal João Rodrigues (PSD-SC), que tinha condenação em segunda instância, teve prisão imediata decretada pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Rodrigues foi preso ontem.

O que é o Huck? por Érico Firmo

A candidatura de Luciano Huck à Presidência já nasceu, já morreu e agora ameaça ressuscitar. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tenta ser o parteiro. FHC assegurou seu lugar na história ao ser o ministro que conduziu à estabilidade econômica e o presidente que consolidou a transição pós-ditadura. 

Foi do binômio FHC/Lula (PSDB/PT) que se constituiu a estrutura de poder no Brasil por duas décadas. Agora que essa polarização desmoronou, FHC tenta ter algum protagonismo na construção de uma nova ordem.

Ao se aliar a Bolsonaro, Capitão Wagner se apequena por Ítalo Coriolano

O deputado estadual Capitão Wagner (PR) é dono de carreira política impressionante. Vereador mais votado da história do Ceará em 2012, repetindo o recorde quando disputou uma vaga na Assembleia dois anos depois.

Em 2016, foi candidato a prefeito de Fortaleza, com mais de 588 mil votos no 2º turno. Apesar da ligação com profissionais da segurança, nunca foi político de uma tecla só: trata de educação, saúde e urbanidade com desenvoltura.

8 de fevereiro de 2018

Prefeito participa da Sessão de abertura dos trabalhos do Legislativo e propõe reajuste dos servidores

O prefeito Dariomar Rodrigues (PT) participou da Sessão de abertura dos trabalhos da Câmara Municipal de Altaneira realizada na noite de ontem (07/02), mas não apresentou Mensagem escrita dos trabalhos realizados no ano anterior e nem os projetos a serem desenvolvidos no ano que se inicia.

Segundo informações do portal do Legislativo Municipal o prefeito apresentou planilha financeira com os valores dos saldos deixados pela gestão anterior, como ainda com as despesas empenhadas, citou também as ações positivas desenvolvidas durante ano passado e agradeceu aos vereadores pelo apoio com os projetos aprovados.

Câmara de Altaneira altera horário das Sessões Ordinárias

Plenário da Câmara Municipal de Altaneira (Foto: Júnior Carvalho)
Em Sessão Extraordinária realizada na noite de ontem (07/02), por unanimidade os vereadores aprovaram projeto de Resolução, autoria do vereador Professor Adeilton alterando o horário das Sessões Ordinárias e das reuniões da Comissão Permanente da Casa.