13 de março de 2011

Motociclistas percorrem o Circuito das Águas em Altaneira

Montagem sobre fotos de Ariocélio Soares
Alguns membros do Cobras Moto Clube percorreram os principais reservatório e fontes de água em Altaneira.

O primeiro ponto visitado foi o açude de Mundim Soares no Sítio Poças, pararam na Lagoa Santa tereza e seguiram para a Lago do Sapo, conhecida popularmente como Barragem.

O acesso a lagoa do Sapo foi cercado, a intenção era descer com as motos até o lageiro, mas infezlimente não deu certo.

Ariocélio Soares que nasceu nas proximidades da “Barragem” há vinte anos na andava no local. “Fico triste com a situação de abandono, aqui deveria ser um dos pontos turísticos de nossa cidade” lamentou.

O próximo destino seria o Pinga, mas também não foi possível o acesso.

Os Cobras visitaram o Açude Tabocas, construído na década de 80, pelas frentes de emergência de combates as secas, era o principal ponto de lazer da juvetude altaneirense.

A viagem seguiu agora em direção ao Açude Valério, mais conhecido como Açude Pajeu. Antes uma parada num barzinho no Sítio Munduri.

O acesso ao Pajeu sempre foi difícil, mas nos últimos anos ficou pior, pois as seguindas administrações municipais não demonstraram nenhum interesse em resolver o problema.

O Pajeu está sagranda com uma pequena lâmina de apenas 5cm, mas já proporciona um belo espetáculo das águas.

O Advogado Raimundo Soares lembrou aos presentes que no primeiro ano de sangria o açude quase “estourava” face a uma erosão. O então Prefeito Mago requisitou um trator de esteira que estava trabalhando nas proximidades para desviar a água da parede.

Populares trabalhava com ferramentas rústicas e até com as mãos, numa tentativa de evitar uma tragédia.

O tratorista iniciou o trabalho de forma lenta, o Prefeito Mago assumiu o trator e iniciou um movimento de terra que em poucas horas a agua da sangria já descia pela barreira afastando o perigo.

“não tenho dúvidas se não fosse a atuação urgente e corajosa do Prefeito Mago teríamos perdido o açude Pajeu” afirmou o advogado.

O jovem Jefferson ficou impressionado com o relato.

O desafio seguinte era subir a ladeira em direção a Serra do Valério. Alguns Jovens que estavam no açude advertiam de que a estrada estava muito ruim.

Após alguns tombos e muita dificuldade os aventureiros chegaram a Serra para o almoço.

Da Serra do Valério Os Cobras desceram para a nascente do São Romão, mas antes pararam no lixão, que apesar de está interditado a administração municipal continua depositando os resíduos sólidos coletados na Cidade.

O Assessor Especial de Gabinete da Secretaria Municipal de Governo, Alan Cirino, informou que o Município está participando de um Consórcio para resolver este grave problema.


Da nascente os motocilclistas voltaram pela Samambaia saindo na estrada Altaneira-Nova Olinda no Sítio Poças. Um erro de configuração da nossa impossibilitou o registro fotográfico da visita à nascente e à Samambaia.


O Advogado Ernandes Brígido, trlheiro experiente do Crato, disse que ficou impressionado com as belezas naturais do Município de Altaneira e em breve voltará convidar com outros companheiros para repetir o trajeto.

Confira outras fotos do Circuito das Águas:

Um comentário:

  1. Dr. Soares, do pedido de empréstimo de minha moto, me convidei para percorrer as trilhas de sua Altaneira. Para minha surpresa, do meu oferecimento para trilhar com você, tive a grata surpresa de conhecer o Ariocélio Soares, Alan e Jefferson – “adrenalina”, que por sinal estava fazendo a sua primeira trilha.
    Senti sentimento intenso que fazia tempo que não sentia, pois tinha comprado uma moto que não era adequada para tal finalidade, então, mais de 2 (dois) anos parado sem praticar o esporte. O vento batendo no rosto, a sensação de liberdade, belas passagens, emoção forte para superar alguns obstáculos contendo bom grau de dificuldades, tudo isso contemplado pela cooperação e harmonia que ocorreu entre os participantes da trilha, fazendo, assim, o sucesso do passeio.
    Para superar as dificuldades encontradas nos caminhos de uma trilha, é necessário companheirismo, sincronia de movimentos entre os participantes, sentimentos estes que estão quase esquecidos no dia a dia do mundo hodierno, voltamos, assim, a ter respeito pelo próximo, através do esporte.
    Sem a ajuda de um, o outro poderia ter ficado preso em obstáculos, como ocorreu com todos um de nós. Neste esporte, precisamos sempre de um auxiliando o outro, pois caímos, ficamos entalado em obstáculo que com a terra unida dificultava a passagem, e se não tivesse elo harmônico entre os participantes não haveria o sucesso alcançado no passeio.
    Neste tipo de esporte, riscos sempre existirão, mas com a responsabilidade que todos nós tivemos, minimiza-se qualquer tipo de grave acidente. Todos caíram, entretanto, sem nem uma escoriação.
    Espero que rapidamente seja analisada a possibilidade de uma nova trilha, e quem sabe com um número maior de participantes.

    Ernani Brigido

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