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| Maia, Temer e Eunício durante evento no Palácio do Planalto (Foto: Pedro Ladeira) |
Os
83 inquéritos que tiveram abertura determinada pelo ministro Edson Fachin não
permite que as instituições brasileiras continuem a funcionar normalmente e não
é bom mesmo que elas continuem a atuar como se nada tivesse acontecido.
Praticamente um terço do ministério de Michel Temer (PMDB) está enrolado nas
investigações. E é o terço de cima, com os nomes mais influentes e mais
próximos ao presidente da República. Estão ainda na lista o presidente da
Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, o cearense Eunício
Oliveira (PMDB).









