Há
um ano, Michel Temer (PMDB) assumia a Presidência da República com discurso de
austeridade fiscal. Passados doze meses, o Palácio do Planalto abre mão, por
hora, de pelo menos R$ 56 bilhões em estratégia para aprovação da Reforma da
Previdência no Congresso Nacional.
Cerca
de R$ 26 bilhões dizem respeito ao parcelamento de dívidas de ruralistas do
Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) em até 20 anos, os outros
R$ 30 bilhões são referentes ao retardamento do pagamento das prefeituras da dívida
com a Previdência Social em até 16 anos.








