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| Elmano e Camilo em inauguração de Creche no Assaré (Foto: Isabella Campos) |
"O que a gente tem de fazer nesses próximos dias até o prazo são as filiações. Ver quem vai passar de partido A para partido B. Todos os partidos do nosso arco de alianças vão apresentar candidatos a deputados estaduais e federais. Essa é a discussão deste momento", disse em entrevista coletiva.
Ele afirmou que teria reunião no domingo, 15, com o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), com o senador Cid Gomes (PSB) e com o prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão (PT).
“Estou aproveitando o domingo para fazer reuniões também. Vou ter uma reunião com o governador Elmano, com o senador Cid e com o prefeito Evandro, sempre reunidos, nós reunidos agora na semana para discutir a formação das filiações, chapas, partidos, que acho que é o prazo que temos aí. Claro que depois nós vamos discutir quem serão os nomes que vão representar esse projeto na chapa majoritária".
Ele confirmou que deixará o cargo de ministro da Educação até o começo de abril, mas reafirmou que não será candidato. "Vou repetir que vou me descompatibilizar para me dedicar a trabalhar muito", disse.
"É muito complicado para mim. Eu, quando entro numa coisa, entro com muita energia e com muita disposição. Eu me entrego muito. Tanto que você sabe que ser ministro não é só cuidar do seu estado, é cuidar do Brasil", detalhou.
E foi enfático sobre o apoio à reeleição de Elmano de Freitas. "O que eu posso dizer é que nós temos a certeza de que o governador Elmano é candidato à reeleição, é meu candidato. Fez um grande trabalho, continuado trabalho que o Cid começou e eu dei continuidade e agora com ele".
Já sobre os outros espaços na chapa majoritária, ainda haverá conversas. "E aí vamos também definir quem vai ser o vice, quem serão os candidatos ao Senado", completou. "É bom quando a gente tem muitas opções", sorriu o ministro.
Sobre a disputa pelo Senado, Camilo citou opções em alguns dos partidos aliados que desejam ocupar o espaço. E sinalizou não descartar ter ao lado dele a federação formada entre União Brasil e Progressistas, cujo apoio ao opositor Ciro Gomes (PSDB) foi anunciado pela direção estadual, mas é questionado pelos apoiadores do governo dentro das agremiações.
"Temos
Eunício Oliveira do MDB, temos o próprio Guimarães do PT, temos o Chiquinho
Feitosa do Republicanos. Temos o Cid Gomes, o próprio Cid Gomes no PSB. Estamos
discutindo também com o União Brasil e o PP. O PP já é aliado nosso, então
enquanto eles estiverem fazendo a federação, nós estaremos dialogando com eles,
também terem um espaço na majoritária", ressaltou.
Publicado
originalmente no portal O Povo +
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