17 de fevereiro de 2016

Selo Unicef terá "ponto extra" para municípios que realizam mobilização contra Aedes aegypti

A edição 2013-2016 do Selo Unicef Município Aprovado aproxima-se do final, quando serão conhecidos e certificados os municípios que mais apresentaram avanços em indicadores nas áreas da infância e adolescência. Este ano, excepcionalmente, devido ao aumento dos casos de microcefalia, suspeitos de relação com o vírus zika, transmitido pelo Aedes aegypti, o Unicef concederá um ponto extra aos municípios que comprovarem que estão desenvolvendo ações efetivas de combate à proliferação do mosquito. 

A novidade será apresentada durante o último ciclo de capacitação desta edição, hoje (17/02) e amanhã (18/02) em Fortaleza, e integra as estratégias de mobilização do Unicef no enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, que também transmite dengue e chikungunya.

A nova ação não altera as regras do Selo: permanece a necessidade dos municípios de atingir 19 pontos, mas agora, em vez de 27 ações estratégicas, eles podem escolher entre 28. O lançamento dessa mobilização contará com a presença de autoridades da área de saúde e com a distribuição de material de comunicação da campanha realizada pelo Governo do Estado do Ceará.

O UNICEF produziu e disponibiliza em seu portal materiais informativos sobre o combate ao Aedes, além de spots de rádio e dicas de prevenção que podem ser reproduzidas pelos municípios. Os casos notificados de microcefalia aumentaram mais de oito vezes em apenas alguns meses, comparando com a média histórica nacional, por isso é importante a mobilização dos municípios para preservar o direito das nossas crianças de sobreviver e se desenvolver.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) promove os direitos e o bem-estar de cada criança em tudo o que faz. Com seus parceiros, trabalha em 190 países e territórios para transformar esse compromisso em ações concretas que beneficiem todas as crianças, em qualquer parte do mundo, concentrando especialmente seus esforços para chegar às crianças mais vulneráveis e excluídas.


Com informações Coordenadoria de Imprensa do Governo do Estado