16 de julho de 2015

Altaneirense é aprovada em seleção para Mestrado na UFPI

A professora altaneirense Heloisa Bitu Ferraz, foi aprovada na segunda colocação em seleção para o Mestrado em Arqueologia, pela Universidade Federal do Piaui (UFPI) em Teresina.

Heloisa compartilhou na rede social Facebook com os agradecimentos ao seu esposo Fabricio Ferraz, aos amigos João Paulo Maropo e Agnelo Queirós e professora Dra. Rosiane Limaverde. 

“Obrigado especial ao meu querido Fabrício Ferraz pelo incentivo, à minha bonequinha Maya pelos Abraços e beijos à cada partida e chegada! Aos amigos João Paulo Maropo e Agnelo Queirós por não medirem esforços para que eu tivesse acesso à bibliografia exigida! Aos meus familiares próximos e distantes que estavam na torcida e oração incansavelmente e em especial à minha querida professora Dra. Rosiane Limaverde, que muito amigavelmente tem me dado a oportunidade de aprender sobre a arqueologia pré histórica dos povos da Chapada do Araripe e a quem sem nenhuma dúvida dedicarei todo o lirismo de minha pesquisa! Agora, é oficial. Após 4 etapas do processo seletivo, é com imensa alegria que comunico aos amigos que vamos queimar o quengo no sol de Teresinaaaa!!!” postou Heloisa.
 
Professora Rosiane Lima Verde e Heloisa em foto de arquivo
Graduada em Biologia e Química pela Universidade Regional do Cariri - URCA, Heloisa lecionou na rede municipal e estadual de ensino em Altaneira. Sua linha de pesquisa será a Conservação e  Educação Patrimonial.

Seu projeto de pesquisa tem por objetivo geral o estudo dos Agentes de Degradação do Sítio de Registros Rupestres de Santa Fé da Chapada do Araripe, Ceará Brasil, de ordem química,  física e biológica respaldadas nas pesquisas de mesmo cunho desenvolvidas em duas áreas importantes de pesquisa arqueológica pré-histórica do Nordeste brasileiro, exemplos de Conservação Patrimonial: o PARNA da Serra da Capivara e o PARNA de Sete Cidades.

“A minha pesquisa tem a pretensão de elucidar se as técnicas aplicadas para a conservação dos sítios de registro rupestre podem ao não serem aplicadas ao sítio cearense objeto de estudo”, escreveu Heloisa.

Heloisa entende que a educação patrimonial deve ser usada como ferramenta indispensável para a preservação do mesmo e seu projeto pretende integrar-se às efetivas práticas desenvolvidas pela Fundação Casa Grande Memorial do Homem Kariri,  intitulada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Casa do Patrimônio da Chapada do Araripe e reconhecida desde 2006 pela UNESCO, com a criação do Geopark Araripe, local de significativo interesse de conhecimento da humanidade.


Vários colegas, amigos e ex-alunos da professora felicitaram pela aprovação e desejaram sorte na nova empreitada.