19 de fevereiro de 2014

Crise na aliança inicia articulações para sucessão estadual

Com pouco mais de quatro meses até o prazo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para definição de candidatos para a eleição deste ano, intensificaram nessa semana as articulações para formação de chapas para a disputa.

Se ainda há muita “água para rolar” até o 5 de outubro, um elemento já parece certo nos bastidores da política cearense: dificilmente marchará unido o bloco Pros, PMDB e PT - arco de alianças que governa o Estado desde 2006.

A principal razão para a “crise” entre antigos aliados permanece a quase irreversível candidatura de Eunício Oliveira (PMDB) ao Executivo Estadual. Sem apoio do grupo político de Cid Gomes (Pros) em sua pretensão, o senador acaba entrando na disputa pelo apoio do PT, outra força política decisiva para a sucessão estadual.

Indispensável para ambas as candidaturas, o possível apoio petista complica ainda mais o cenário local: se o alinhamento entre peemedebistas e petistas no âmbito nacional favorece Eunício, pesa contra o senador a proximidade entre a presidente Dilma Rousseff e Cid Gomes - cotado para indicar nome de seu próprio partido, sendo o vice-governador Domingos Filho, o presidente da Assembleia Zezinho Albuquerque, a secretária de Educação Izolda Cela, o ex-ministro Leônidas Cristino e o deputados Mauro Filho os mais prováveis candidatos.


Com informações O Povo Online