15 de maio de 2014

Milhares de prefeitos marcharam para o Congresso Nacional

Prefeitos e assessores na marcha em Brasília (Foto: CNM)
Cantando o hino nacional e com palavras de ordem, milhares de prefeitos se concentram na rampa do Congresso Nacional, em Brasília, nesta quarta-feira, 14 de maio. Revoltados com a ausência da presidente da República Dilma Rousseff, e dos ministros, na XVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.

Apesar de terem sido recebidos pelo presidente do Senado Federal, Henrique Eduardo Aves (PMDB-RN), com tapete velho, os gestores municipais afirmavam: queremos respeito. 

O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, voltou a reiterar que os prefeitos esperam do Congresso e dos parlamentares a votação da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) que aumenta em mais 2% o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

O Fundo é Constitucional e tem um efeito redistributivo, quanto menor o Município mais ele recebe, e a tem mais de 4 mil Municípios que tem o FPM como sustentação de suas políticas. Essa é uma das nossas lutas, disse Ziulkoski. Ele também voltou a reiterar a reivindicação de decisão dos royalties por parte do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os gestores municipais que participam da XVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios se reuniram no auditório Petrônio Portela na tarde desta quarta-feira, 14 de maio, após grande manifestação em frente ao Congresso Nacional e no Salão Verde da Câmara dos Deputados. O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, liderava o movimento e o debate.

Os prefeitos aguardavam que alguns deputados e senadores fossem até o auditório ouvir as reivindicações dos Municípios. Porém a senadora Ana Amélia (PP-RS) foi à única parlamentar a se pronunciar.

Na tentativa de acalmar os gestores Ziulkoski explicou que o prefeito que vem na Marcha com a intenção de conseguir recursos imediatos está enganado. Ele destacou que em vários anos de movimento as pautas já atendidas foram consequência de muita luta.


Com informações Portal da CNM