31 de dezembro de 2015

Uma disputa diferente pelo Paço Municipal em 2016

Prefeitura Municipal de Altaneira a sede do Governo Municipal(Foto: João Alves)
O calendário político de 2016 reserva capítulo especial ao processo sucessório em Altaneira, a despeito de ser concreta a perspectiva de termos por mais algum tempo de conviver com a desastrosa direção do Legislativo Municipal e a gestão de obras de concretos e calçamento do Executivo. 

A disputa pelo Paço Municipal merecerá acompanhamento atento, diante do cenário de beligerância entre os aliados de antes, PSB da vereadora Alice Gonçalves, do PCdoB da presidente da Câmara Lélia de Oliveira e provavelmente o PMDB do Dr. Adevaldo Arrais e do ex-prefeito Mago, que segundo seu presidente Luis Pedro se apresenta como alternativa de projeto para a nova gestão.

Por outro lado se tem a indefinição da terceira força política municipal, o PSDB, que após a derrocada política de 2011 não conseguiu formar uma nova liderança.

O ex-prefeito Antonio Dorival (PSDB) se auto proclama como a “maior liderança política depois do Prefeito”, sem citar o nome, pois, na sua visão o prefeito Delvamberto Soares (PDT) não é liderança política, apenas lidera o grupo que governa o Município. Dorival é inelegível e não deve disputar o pleito.

O Líder da oposição, vereador Professor Adeilton (PP) também está inelegível, mas tenta reverter a situação para se colocar como alternativa para pleito, os demais parlamentares tentarão manter suas cadeiras na Câmara Municipal.

Os ex-prefeitos Francisco Fenelon e João Ivan estão mantendo distancia do processo político, mas ambos demonstram uma certa insatisfação com os seus afilhados políticos de pleitos passados.

Situação tranquila é a do secretário municipal de Governo, Dariomar Soares (PT), que tem seu nome aclamado pelo povo mais humilde, no entanto ainda não recebeu apoio das lideranças políticas que detém o poder de decisão na escolha do nome nas convenções em convenções partidárias.


O eleitor deve estar preparado para uma campanha dura, ao nível do que aconteceu no último pleito no Brasil e no Ceará?